Seu inglês e você concordam no que dizem?

By 23/08/2018 setembro 28th, 2018 Artigos

O que sua pronúncia de inglês estar dizendo (sobre você) pode não ser o que você quer que saibam

É horrível dizer isso, mas você pode estar trabalhando contra você mesmo quando fala inglês. Neste artigo vou te mostrar como isso acontece, o que pode estr causando essa situação, e o que você pode fazer para evitá-la.

Começando do inicio

Os cursos

Os cursos de inglês têm um roteiro. Seguem esse roteiro para se pagarem – toodo mundo aprende a meesma coisa. Claro, como vão ensinar uma coisa diferente para cada pessoa? Imagina a quantidade de tempo e dinheiro que isso iria envolver. Paciência se você tiver suas necessidade individuais. Existe um caminho pre-definido e pronto. Em geral, nesse caminho a pronúncia não é abordada na profundidade e na extensão que precisa ser. Fato.

A diferença entre as línguas

Inglês e português não são diferentes apenas porque cada um é uma língua. Existem outras diferenças. Uma delas é a pronúncia de cada sílaba em palavras do português. Isso não acontece em inglês, onde muitas palavras têm partes mudas, ou letras com sons diferentes do que elas simbolizam em português. Ou seja, as sílabas em inglês são totalmente diferentes das sílabas em português.

Isso é assim porque em inglês o ritmo e a entonação são parte da pronúncia não como uma escolha e sim como uma característica da língua, um traço que forma a língua. Um padrão.

O problema com essas diferenças é que, a menos que seu ouvido seja daqueles que conseguem pegar as diferenças e reproduzi-las tal e qual, como aliás as crianças costumam fazer,  só ouvir e repetir não costuma dar conta do recado.

Porque somos… condicionados.

Os roteiros dos cursos e as diferenças entre as línguas acabam omitindo de você

montes de coisas

que você não sabe e que precisa saber. Isso se você quer se comunicar em inglês bem, de verdade, de fato. Não como muitos fazem, “lendo” português em inglês mascando um chiclete imaginário e achando que era isso.

Mascar um chiclete imaginário para achar o jeito certo de falar inglês?

As mensagens que ninguém quer passar

Avalio o inglês de profissionais brasileiros de varias áreas. Todas as semanas escuto gente me contando o que faz, o que aspira em sua carreira, quais seus gostos e desgostos profissionais. Acontece que junto com o que me contam eu escuto algo que eles não sabem que estão me dizendo.ue é, aliás, uma das coisas que eu avalio.

Quando dizem develópment em vez de /divélãpmãnt/ para DEVELOPMENT

Quando dizem kiutiuri em vez de /kãltchã(r)/ para CULTURE

Quando falam uôrked em vez de /uãrkt/ para WORKED

e tantos outros casos assim, e também envolvendo entonação e ritmo.

Muitos acham que estão apenas se comunicando em inglês, mas na verdade estão comunicando que não conhecem a língua que estão falando. Junto com isso, estão indicando que vai haver malentendidos. Além disso tudo, temos de levar em conta que os outros que estiverem se comunicando em inglês e forem competentes vão logo ficar inseguros. Vão se perguntar…

Is this person following my explanation?

Can I trust this person? Will they get it right?

A triste verdade é que um inglês desinformado – um inglês sem o acabamento e a clareza exigidas para a comunicação fluir – passa uma mensagem de incompetência.

E adivinhe qual a parte do nosso conhecimento que mais sofre com essa desinformação?

Isso mesmo, a pronúncia.

O que é saber uma língua, afinal?

Saber uma língua é saber dar novos nomes para as coisas, saber organizar esses nomes de outros jeitos, em frases naturais, e saber falar esses nomes, e essas frases. Mas como é isso de falar? Como se fosse português? Ai vai sair algo assim:

du iu ispiki inglix?

Pode até falar assim, mas se vai ser sempre entendido, e se vai entender, e se o inglês vai estar alinhado com o profissional ou falante que você quer ser, bom, aí já não sei. Por que tem coisas que ou você sabe e aplica, ou não sabe e mostra de cara que não sabe.

Nessa pergunta ali em cima, aumentei o número de sílabas. Deformei a língua. Você conseguiu notar isso? Ache os erros. São pelo menos 2, mas dependendo de como a pergunta é feita, podem ser mais. Pode escrever nos comentários que eu respondo.

Ah, mas isso é sotaque!

Saber pronunciar não tem nada a ver com sotaque. Sotaque é identidade cultural. Está tudo bem com ele. E também, mesmo que queira “limpar” (ai, que medo) seu sotaque, não vai conseguir. Vai ter de remover a si mesmo junto… Aqui eu converso em detalhe sobre esse negócio de remover e reduzir sotaque.

A gente está falando de conhecer a língua. Manjar do riscado. Manjar dos paranauês. Dar conta do recado.

Tá, e como se faz isso? Apreindeindu.

Uma história de quem hoje manja do riscado

Olha só a história da Carla Prates – ela é real, só não posso dizer seu nome. Porque a empresa em que ela trabalha tem uma política clara de não querer ser associada a nenhum fornecedor.

Paciência. Eu sei – e ela sabe – que a promoção para Diretora de Recursos Humanos Global esse ano tem muito a ver com a super profissional que ela é, e muito a ver com a atenção e a dedicação que ela colocou nas nossas sessões de pronúncia.

Para a Carla chegar onde chegou dá para imaginar que teve muitos testes. Teve uma vez que ela me escreveu no Skype que tinha recebido montes de elogios por causa da sua pronúncia em um treinamento onde ela era a única sul-americana.

Eu não inventei o mundo como ele é, mas a gente sabe da carga que tem essa solidão: única sul-americana no meio de um monte de gringos e não receber críticas ao inglês? Não, não só não receber críticas, como receber elogios! Uau.

Ou Wow, já que o assunto é inglês.

E se passaram mais alguns anos, ela sendo testada ali na linha de frente, comunicação diária com a Gringolândia… Até uma apresentação que preparamos juntas sobre a carreira dela, feita para a diretoria global, em visita no Brasil. Montes de dicas, mas principalmente a pronúncia, por que é esse o cartão de visitas do profissional. Trabalhamos desde palavras isoladas ate jeitos de se falar que se repetem.

Conhecimento é poder. Ela seguiu minhas orientações à risca. Mal terminou de apresentar e já recebeu o convite, que ela aliás esperava receber no dia seguinte, pois mais ou menos sabia do que estava por vir:

‘Would you agree to come to the US and assume a global position in your area?’

Fiquei muito orgulhosa de ter sido uma das primeiras pessoas a saber, e de ter a gratidão e o carinho da minha querida Carla Prates na sua caminhada de crescimento e sucesso.

O que você está fazendo?

Quer ficar só na aula de inglês ou alinhar – de verdade – discurso e ação? Por que o seu discurso – sua fala – pode estar dizendo o contrário do que você quer. Para isso basta abrir a boca e a cada palavra ou frase mostrar que não conhece o assunto, não sabe o som que vai ali com aquelas letras, a entonação daquela frase, o sistema todo do inglês, tão diferente do português.

Olha os meus avaliados… Muitos dizem o que não querem, por mais que achem que estão cuidando o que dizem. (Para ser sincera, a maioria nem ao menos desconfia de que existe todo esse conhecimento envolvido na comunicação bem sucedida em inglês). Porque se não sabe, não sabe.

Mas tem como aprender. Eu resolvi compilar as dicas de pronúncia em um curso que funciona assim como um lego que a gente vai montando para ao final chegar com uma pronúncia totalmente diferente, mais alinhada com o profissional que você quer ser ao se comunicar em inglês. Estou supondo que você queira passar uma imagem de competência.

Junto com a consciência do aluno – sem consciência não se pode esperar desenvolvimento real em nenhuma área – o Curso de Pronúncia de Inglês para Brasileiros faz o seguinte:

  • mostra como somos condicionados
  • ensina como nos des-condicionar
  • ensina a pronúncia em quatro módulos em um passo-a-passo simples e acessível
  • não usa nenhum caracter fonético em nenhum momento, empregando linguagem que qualquer pessoa pode entender
  • abre a consciência para continuar aprendendo e melhorando sozinho.

Abaixo tem um trechinho do Curso – não dê bola para essa tela em que o video está congelado. Eu não tinha bebido antes de gravar! (aliás, eu não bebo)

Eu gosto de que tudo que comunico siga o meu plano de comunicar – não me agrada a ideia de estar passando uma mensagem e não saber.

E você? Clique agora no link e resolva isso de uma vez. Prometo aprendizado inovador, diversão e desenvolvimento (se você se ajudar, eu ajudo você 🙂 ).

 

 

 

 

 

 

 

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